curiosidades

As redes sociais como nova droga


por nataliej

As redes sociais são cada vez mais utilizadas. Estima-se que o Facebook tenha mais de mil milhões, enquanto o Twitter regista 555 milhões. A proliferação do acesso simples e mais económico à Internet, e a cada vez maior popularidade de equipamentos móveis com aplicações para estes serviços, contribuíram muito para estes números astronómicos.

Um dos efeitos positivos desta popularização é a facilidade de comunicação. Contudo, este fenómeno é uma moeda com dois lados – ou, como diria o grande Jaime Pacheco, «uma faca de dois legumes». E cuidado, porque se podem cortar.

Num estudo feito com pessoas com idades entre os 18 e os 85, os participantes admitiram que é mais difícil resistir ao impulso do Twitter, Facebook e outras redes sociais, que fumar, beber, dormir e, pasmem-se, fazer sexo. Também, 1 em cada 3 participantes indicou valorizar mais a liberdade no acesso às redes sociais em detrimento do ordenado quando procuram trabalho.

Para além destes, foram retirados outros dados neste estudo. Deixo a infografia oficial sobre os resultados, para que a possam analisar e tirar as vossas ilações.
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Boys will be boys, girls will be girls

Boas notícias, sexistas: podem pousar os machados de guerra, porque a velha e chata estória da guerra dos sexos é apenas o resultado da adaptação da nossa espécie ao mundo. Aquelas conversas que tinham sobre os defeitos do outro sexo serviram apenas para passar tempo e encher chouriços.

Homens ou mulheres, somos todos parte da mesma espécie animal. No entanto, existem algumas diferenças entre os sexos. Uma dessas diferenças está no cérebro, que tem algumas particularidades diferentes em homens e mulheres. Devido a isso, exibimos comportamentos distintos entre sexos em determinadas situações. Por exemplo, os homens são mais territoriais e o nosso cérebro reage a isso de uma forma um pouco diferente do que nas mulheres; por seu lado, o sexo feminino é melhor a interpretar linguagem corporal.

Como não quero que machistas e feministas pensem que estou a mentir, remeto-vos para um artigo da CNN escrito pela psicóloga Louann Brizendine, onde a autora explica, por exemplo, porque é normal um homem ter um olhar mais demorado das partes corporais de uma mulher.

Se isto acabar com o tema de conversa do vosso grupo de amigos, recomendo que falem, por exemplo, da crise. É uma temática que vos vai dar panos para mangas durante bastante tempo.

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Síndrome de cólon irritável ligado a crescimento excessivo de bactérias

A síndrome do cólon irritável, uma maleita de que sofro e que consegue impor algumas limitações à minha vida, parece estar relacionada com o crescimento excessivo de bactérias no intestino.

A ligação entre estes organismos e a síndrome foi descoberta graças a um estudo do hospital norte-americano Cedars-Sinai. De acordo com o director da instituição e um dos participantes da investigação, Mark Pimentel, a presença excessiva de bactérias origina uma quantidade excessiva de metano no intestino, causando a sintomatologia habitual.

Este estudo contou com a participação de mais de 320 pessoas, a quem foi recolhida uma amostra de intestino. Nos pacientes com síndrome do cólon irritável, mais de 1/3 também mostrou crescimento excessivo de bactérias, ao passo que menos de 10% das pessoas sem a síndrome mostraram o mesmo aumento.

Uma solução eficaz para esta síndrome, de acordo com Mark Pimentel, é o rifaximin, uma antibiótico que é absorvido apenas pelo intestino. Pelo que consegui descobrir, não é comercializado em Portugal.

via Science Blog

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Cafeína ajuda a melhorar a aprendizagem (em ratos)

Café
foto por Jonathan Cohen, sob a licença cc-by-nc-2.0

Talvez o efeito mais atribuído à cafeína seja o aumento do estado de vigilância; isto é, faz-nos sentir mais despertos. Devido a isto, milhares de pessoas bebem café de manhã, depois de uma noite mal dormida ou de um sono curto.

Não se preocupem, não estou aqui a tentar debater o problema de sono das sociedades dos países civilizados, nem a sua ligação com o estilo de vida acelerado e/ou demasiada exposição a informação. O motivo deste post é outro e poderá ser do vosso interesse se, como eu, forem apreciadores de café.

Já imaginaram se, para além de tirar o sono, a cafeína aumentasse a capacidade de aprendizagem e memorização? É o que parece acontecer, pelo menos nos ratos.
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