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Moloko, o melhor gestor de tarefas que poderão usar

Ultimamente, tenho sentido necessidade de uma ferramenta para me ajudar com o planeamento e gestão de afazeres/tarefas. À medida que elas vão aumentando em número, aumenta também a probabilidade de me esquecer total ou parcialmente de uma ou mais. E a verdade é que a memória já foi melhor.

Uma das coisas que aprecio neste tipo de ferramentas é a possibilidade de criar sub-tarefas e/ou inserir notas com informação adicional. A utilidade destas funcionalidades no desenvolvimento de um projeto é enorme! Igualmente útil na gestão das tarefas de casa, que são sempre muitas como alguns de vocês sabem. Mas, na minha humilde opinião de melhor blogger do mundo, a melhor coisa que uma lista de tarefas pode ter é contexto. Refiro-me não só a tags e listas, mas também a locais.

Pesquisei durante várias semanas por uma ferramenta que me permitisse tudo isto e só encontrei uma que me enche as medidas e já conheço há muito tempo: Remember The Milk. Esta aplicação já tem uns anos e, antes do advento do Android, usava o interface web com alguma frequência. No entanto, à medida que me fui habituando a fazer muitas destas coisas no telemóvel, deixei de a usar porque nunca encontrei um cliente gratuito decente. Podia subscrever uma conta premium no serviço e usar a app oficial, mas se não queria pagar por um cliente também não ia pagar uma subscrição. Entretanto isso mudou, como vou de seguida relatar.

Antes de bajular a aplicação, quero mencionar que experimentei várias outras: Wünderlist, Google Keep, os inúmeros clientes para o Google Tasks, Produkteev, Asana, etc. Cada um deles tem características interessantes, mas ficavam sempre àquem do que pretendo e necessito ou então tinham funcionalidades pagas. Acreditem ou não, algumas só têm alarmes para contas premium. Não acho que faça qualquer sentido cobrar por coisas básicas quando disponibilizam contas gratuitas; ou faturam tudo logo de início ou então não estão com estas merdas.

Quando já estava para desistir, decidi dar uma vista de olhos no F-Droid e encontrei a (aplicação) Moloko. Este cliente para o Remember The Milk é software livre, gratuito, todas as funcionalidades do serviço (ainda não me apercebi da falta de alguma) estão lá, usa a sintaxe do RTM e tem o nome de uma banda porreira. Só coisas boas!

Bem, a aplicação peca numa coisa: quando se define a data limite na criação da tarefa, não é possível definir imediatamente uma hora. Assim que a gravam, no entanto, passa automaticamente para o modo de edição e, aí sim, já é possível. Um pequeno inconveniente que nem o chega a ser. Ah!, e não tem widgets incluídas, mas isso não me faz qualquer diferença.

Depois de uma semana a utilizá-la, já a considero uma aplicação essencial. E, ao contrário de várias que testei, não notei qualquer impacto a nível da duração da carga da bateria. É a minha espécie de secretária pessoal. Recomendo-a vivamente!

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música, opinião

Notas sobre o Meo Music

Há alguns meses que sou cliente M4O, mas ainda não tinha utilizado os serviços adicionais que são disponibilizados pela operadora e estão incluídos no pacote que subscrevi. No entanto, desde que o Zeinal Bava anunciou que o tráfego de dados móveis do Meo Music não seria contabilizado para o plafond de internet incluído para os telemóveis, instalei a aplicação e comecei a usá-la como rádio quando estou no carro. Basta-me ligar um cabo de som ao rádio e assim posso ouvir o que me apetece, em vez de ter que gramar com a porcaria que passa em quase todas as rádios.

Uso a aplicação quase diariamente há 2 meses, talvez 3. Depois deste tempo, tenho alguns apontamentos a fazer acerca da aplicação Meo Music para Android (e talvez até do serviço em geral), e que partilharei aqui. Espero que a equipa que desenvolve e gere o serviço os veja como algo construtivo.

Pontos positivos

O melhor para mim tem sido a grande coleção musical disponibilizada. Os meus gostos musicais não incluem muita música popular (aliás, quase nenhuma), ainda assim encontro imensa coisa de que gosto no Meo Music.

Também, permite-me aceder a artistas classificados como musicalmente semelhantes ao que estou a ouvir, e ainda ler informações sobre eles. Se gostam de descobrir projetos musicais novos, recomendo o Meo Music.

Tudo isto está disponível em Android, iOS, Windows, Mac OS X e julgo que também em Windows Phone. De acordo com a equipa, há uns tempos no Twitter, uma aplicação para GNU/Linux está planeada ou já mesmo em desenvolvimento.

Pontos negativos

O meu telemóvel é um Samsung Galaxy S com um single-core a 1GHz, mas com overclock a 1.2GHz e um pequeno hack para ter mais RAM. Assim, por exemplo, consigo correr a aplicação do Facebook relativamente bem. O Meo Music, no entanto, dá erros com alguma frequência.

A velocidade do stream também não é das melhores. Se mudar de artista, demora uns largos segundos até começar a dar música, se não demorar mais de 1 minuto; por outro lado, por vezes mudo de artista e a música começa rapidamente. Isto acontece aleatoriamente e é irritante. Já com o Spotify não é assim.

Também, falta a possibilidade de poder pôr músicas a tocar aleatoriamente e de criar playlists/rádios automaticamente baseadas num artista. Parecendo que não, isto é uma falha muito grande, no que à minha opinião diz respeito. E sim, o Spotify tem estas funcionalidades.

Balanço geral

No geral, a experiência com o Meo Music tem sido positiva. Mas a verdade é que isso se deve, essencialmente, à não contabilização do stream para o plafond de internet móvel. Se passarem a permitir tocar músicas aleatoriamente e a criar rádios baseadas num artista, ficará muito boa. Espero que isso esteja para breve.

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Balanço: Uma semana de Android Kit Kat

Já tenho a versão 11 da rom Cyanogenmod, baseada no Android Kit Kat 4.4.2, há pouco mais de uma semana e este é o meu balanço.

Os problemas

O melhor deve ficar para o fim, por isso começo com as chatices que tive.

Desde o primeiro dia que tenho tido alguns problemas. Um deles foi o Google Plus não funcionar quando estava ligado através do 3G. A primeira coisa que fiz foi limpar a Dalvik e a Cache. Só que isto não resolveu. Entretanto decidi instalar novamente as Google Apps e fazer o processo “wipe dalvik” e “wipe cache”, mas só lá para a décima tentativa é que finalmente ficou resolvido. Entretanto já passaram mais de 12 horas e ainda não tive qualquer regressão.

Outra chatice que tive foi o erro de sincronismo do email que tenho nas Google Apps For Your Domain. Aqui, o problema parece ter sido ter feito a configuração da conta mas não ter permitido a sincronização durante o assistente de instalação. Removi a conta, voltei a adicioná-la, mas desta vez deixei o assistente sincronizar. Ficou a funcionar perfeitamente depois disto.

Como o meu Galaxy S já começa a acusar o peso da idade, uns dias depois de ter instalado a rom resolvi fazer novamente overclocking. Instalei o kernel Semaphore e a respetiva aplicação, e coloquei o processador a 1.2GHz. Enquanto na versão 10.2 funcionava bem, agora faz reboot ao telemóvel de 5 em 5 minutos. O valor mais alto com que consegui estabilidade foi 1.1GHz. Apesar de ser apenas um aumento de 100MHz na velocidade do processador, a fluidez – que já é boa de origem – melhora um pouco.

A parte boa

A grande vantagem do upgrade foi a melhoria da performance. O Kit Kat parece-me mais fluido em equipamentos mais fracos (como agora é o meu) e tem algumas alterações estéticas que são muito do meu agrado.

Uma delas é no Dialer (a aplicação para fazer chamadas). O aspeto mais “flat” e mais parecido com o Google Plus torna a experiência de utilização mais simples para mim.

Conclusão

Tirando os bugs com que me deparei, mencionados acima, a experiência tem sido positiva. Nota-se que esta versão ainda é um pouco verde, mas as nightlies que têm sido lançadas parecem bastante estáveis para uma utilização diária.

Se estão mais à vontade com estas coisas e ainda não fizeram o upgrade, recomendo que o façam quando sair o primeiro “snapshot” da rom. Apesar de me ter focado em descrever mais os bugs, isso foi apenas para também deixar a solução que funcionou comigo caso se deparem com eles. O balanço é bastante positivo até ao momento.

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Atualizar o Samsung Galaxy S para Cyanogenmod 11 (Android Kit Kat)

Antes de começar com as instruções, quero esclarecer que elas presumem o seguinte:

  • Possuem um Samsung Galaxy S (GT-I9000);
  • Sabem o que estão fazer;
  • Não me vão reportar bugs. Existem alguns locais para o efeito;
  • O telemóvel já tem root feito;
  • Têm a versão 10.2, estável, da rom Cyanogenmod, com o kernel padrão (se possível, sem overclock);
  • Vão instalar uma nightly da versão 11 do projeto Cyanogenmod, que confirmaram anteriormente ser compatível com o upgrade direto no ClockWorkMod (CWM);
  • Têm a versão 6.0.4.5 do CWM instalada;
  • Descarregaram as GApps compatíveis com o Android Kit Kat.

Agora que ficou tudo esclarecido e descarregaram os ficheiros necessários (as links estão mesmo acima, no último e antepenúltimo pontos), devem fazer um backup. Para isso, têm que desligar o telemóvel e utilizar a combinação “Volume Up + Home + Power” para entrar dentro do ClockWorkMod. Depois, escolhem a opção “Backup and Restore”, e de seguida “backup to /storage/sdcard0″ ou o equivalente que estiver configurado no vosso telemóvel.

A criação da cópia de segurança demora algum tempo. É recomendado que o façam com o telemóvel ligado a uma fonte de energia constante. A espera compensa, caso alguma coisa corra mal; basta só restaurar o backup e ficam com tudo como estava antes.

Depois disto, devem escolher (e confirmar) as opções “wipe data/ factory reset”, “wipe cache partition” e “advanced” > “wipe dalvik cache”. Este passo serve para limpar o sistema operativo e garantir que não há – esperemos – erros nas aplicações devido a configurações incompatíveis com as novas versões.

O passo seguinte é a instalação da rom. Escolham a opção “install zip” > “Choose Zip from Sd/Ext Sd”, naveguem até à pasta onde têm o ficheiro para atualização, selecionem-no e façam a confirmação.

Para instalar as GApps, o processo é bastante semelhante ao de cima, mas devem escolher o ficheiro com as aplicações da Google que descarregaram anteriormente.

Quando terminarem, recomendo que limpem novamente a cache do Dalvik, etc, só para ter a certeza de que a aplicação de chamadas funciona. Assim que instalei os ficheiros, reiniciei sem o fazer e poucos segundos após começar uma chamada, ficava sem qualquer áudio. Isto obrigou-me mesmo a ter que refazer a instalação do início. Recomendo, como tal, ter especial atenção a este passo.

O primeiro arranque, aviso desde já, pode ser um pouco mais demorado. Não se sobressaltem se isso acontecer.

Se por acaso tiverem algum problema com as aplicações depois de instalado o Cyanogenmod 11, restaurem o backup feito inicialmente e comecem de novo o processo de instalação. No entanto, depois de limparem a cache do Dalvik e assim, apaguem também a pasta “/system”. Mas atenção que ao fazerem isto ficam sem todas ou quase todas as aplicações que tiverem instaladas.

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Wallpapers do Nexus 5 já disponíveis

A Google lançou os muito aguardados Nexus 5 e Android 4.4. No entanto, e apesar de não ter um preço tão elevado como um Samsung Galaxy S4, se este smartphone não está ao vosso alçance e a nova versão do sistema operativo ainda não chegou ao vosso equipamento, podem dar um toque de novidade ao vosso launcher com as imagens de fundo da quinta encarnação do Nexus.

A recolha dos wallpapers foi feita por um utilizador do XDA Developers Forum, e empacotados pelo site Droid Life, mantendo a resolução original. Podem descarregá-los aqui.

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8 clientes Twitter para Android

O site Android Authority apresentou uma lista das 8 melhores aplicações Android para o Twitter e, concordância (ou falta dela) à parte, é um bom ponto de partida para encontrarem a boa app.

Só tenho pena que não esteja mencionado qualquer aplicação de código aberto. O mustard é um exemplo, mas esta há algum tempo que tem tido desenvolvimento lento. Há outras também, que poderão pesquisar no site do F-Droid.

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