Acordeão virtual

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Artem Polikarpov é o autor de um projeto que mistura o webdesign (HTML e Javascript) com a habilidade para tocar acordeão, e que permite a qualquer pessoa com um browser moderno tocar este instrumento como se fosse Pietro Frosini, bastando apenas redimensionar a janela do browser.

Eu testei no meu computador, mas como hardware já não é o mais recente a performance ficou um pouco aquém das expetativas.

O projeto em si também ficou um pouco aquém das minhas expetativas. Só é possível tocar o acordeão virtual se dimensionarmos a janela do browser e não existem teclas de atalho que permitam tocar os botões do instrumento. Ainda assim, é um bom time waster.

Curiosos? A página está disponível aqui. Experimentem e digam como correu.

Com chavões se enganam os tolos

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Não era para abordar aqui a escolha do Governo para embaixador do “Impulso Jovem”, até ter lido um post do Pedro Couto e Santos, com o qual concordo. Deixo aqui parte do texto:

[...]

Trabalhar é uma merda. Trabalhar é cansativo e aborrecido. Fazer a mesma coisa 200 vezes até sair bem é imbecil e sinal de falta de organização e de conhecimento da área em que se está a trabalhar.

Nós devemos é maravilhar-nos. Devemos ou trabalhar o mínimo indispensável para ficarmos com rendimento e tempo livre para irmos viver o resto da nossa vida ou arranjarmos um trabalho que nos dê prazer fazer e se confunda ou complemente com naturalidade essa vida.

Devemos ir para o trabalho para fazer coisas para nós e para as pessoas para quem trabalhamos, sejam clientes ou colegas ou mesmo para o patrão. E não para fazer horas, para queimar tempo, para podermos dizer que estivemos 22 horas no escritório todos os dias desta semana.

E o que produzimos? Não interessa? Não só interessa… é o que interessa.

Mas não me espanta que o Governo tenha ido buscar o macaquinho cujo sotaque parece fazer parte da actuação: este é o Governo que acha que é eliminando feriados e dias de férias que se produz mais, num país onde as pessoas passam mais horas no trabalho do que no resto da Europa e no entanto produzem menos do que a média.

[...]

O texto completo está no blog do Pedro.