curiosidades

Afeganistão

Afghanistan Helmand from the Air
AP Photo/Kevin Frayer

Após recuperar a independência completa do Reino Unido, em meados de 1919, até ao final da década de 1970, o Afeganistão era um país com alguma estabilidade política e social. Após a invasão soviética em 1979, o país entrou num ciclo de conflitos que continuou após a expulsão dos soviéticos e dura até hoje, fruto da rivalidade entre os vários grupos armados.


AP Photo/Kevin Frayer

A invasão norte-americana não ajudou em nada o país e, hoje, as paisagens afegãs (muito para além das plantações de papoila) são um resquício do passado e os restos de destruição dominam a linha de vista. Apesar disso, o país ainda mantém um pouco do ar da sua graça, como as fotos neste post comprovam.


Spencer Platt/Getty Images

Não visitaria este país agora, nem tão pouco nos próximos anos. No entanto, se começasse a recuperar, talvez fizesse uma viagem ao Afeganistão a longo prazo. As paisagens, mesmo as áridas, têm qualquer coisa de especial. Não é nenhum Japão mas tem a sua graça.

Estas imagens foram retiradas do PLOG, do Denver Post. Podem ver as restantes, clicando nesta link.

Standard
divagações

A morte dos jornais, num webcomic

Brad Colbow, o autor do webcomic The Brads, desenhou uma tira onde analisa as razões que estão a levar os jornais (seja em papel ou em formato electrónico) a uma suposta morte. Para quem não é muito versado em inglês, passo a enumerá-las:

  • não colocam links para os sites que serviram de fonte;
  • não reformatam os conteúdos para a web;
  • colocam vídeos com autoplay;
  • colocam demasiados botões para partilhar os artigos;
  • o conteúdo de cada artigo ocupa menos de 20% da estrutura da página;
  • ligações para artigos aleatórios no meio de um artigo;
  • thumbnails que ligam para imagens com o mesmo tamanho que este;
  • utilização de métodos para contornar o bloqueio de popups;
  • inserção de elementos à martelada no meio do template.

Comunicação social não é muito a minha área, por isso, enquanto leitor, posso dizer que subscrevo todos estes pontos e ainda acrescento a divisão de artigos pequenos em várias páginas. Há um jornal português, cujo nome não me recordo agora, que faz isto e isso irrita-me solenemente.

Outro ponto que acrescentaria é o facto de nenhum me pagar ordenado para escrever. Está na hora de algum o fazer ou ainda desisto da ideia. Acreditem que o faço; não é ameaça, directores dos jornais nacionais. Eu faço-o mesmo! A sério, pá! Olhem que ainda é desta!!!!!!! (desculpem os pontos de exclamação; é só para dar ênfase à coisa).

via Laughing Squid

Standard
divagações

Mais umas cacetadas na marioneta cega

museu_da_marioneta
A qualidade da imagem não foi degradada; vem assim na newsletter. Podem clicar nela para a verem nas dimensões originais.

Eu já reclamei imenso no Twitter acerca disto e julgo que já enviei, inclusive, um email a chamar a atenção para este facto, mas a verdade é que não consigo evitar de reclamar novamente do facto do Museu da Marioneta enviar newsletters onde a informação sobre os eventos está numa imagem. Não sei porque raio fazem isto. A informação em texto simples no email é muito mais prática para quem lê. Não digo que também seja mais prático para eles, porque o que é melhor para mim pode não ser para outra pessoa. No entanto, se querem divulgar os eventos, talvez devessem considerar o envio da informação em texto e não numa imagem. Dá ideia que foi feito no Frontpage ou uma porcaria do género, o que por sua vez não dá grande imagem de profissionalismo.

Se querem continuar a enviar as newsletters onde a informação está inserida numa imagem, tudo bem. Ao menos permitam que os subscritores escolham se a querem receber assim ou em texto simples. Quem recebe a newsletter tem interesse em saber informações sobre os eventos e, à partida, poderá visitar o museu. Essas mesmas pessoas poderão ver o email no computador pessoal, mas também num tablet ou num telemóvel, e nem todos os dispositivos são iguais. Ver uma imagem num ecrã com 3 polegadas e pouco, onde ela é escalada para ser visível na totalidade, é tudo menos agradável. Pior se torna quando a qualidade da imagem é muito má, como podem ver no post.

Tive pena de nunca ter tido oportunidade de ir ao Museu da Marioneta quando tive em Lisboa. Inscrevi-me na newsletter porque pensei que acabaria por poder ir, mas tal nunca se proporcionou. Entretanto, voltei para Coimbra mas nunca removi o meu email porque a vontade de lá ir um dia se manteve. Durante quanto tempo mais vai ser assim, não sei. A minha paciência para este tipo de newsletters é cada vez menor.

Standard
curiosidades

Um doce Cubo de Rubik

rubik's cube cake

Ernő Rubik é o inventor do famoso cubo a que deu o seu apelido. A malfadada invenção com que não consigo atinar por nada foi inventada em 1974, quando Ernő era professor do Departamento de Desenho de Interiores da Academia de Artes de Trabalhos Manuais Aplicados de Budapeste, e começou a demonstrar interesse por geometria.

Para celebrar o aniversário do criador do Cubo de Rubik, Vicky McDonald preparou um bolo onde o interior é uma réplica das cores do objecto. À medida que se vão cortando fatias, os gulosos fãs vão vendo as cores em ordem diferente. Depois, no estômago, com a ajuda dos sucos gástricos, esta versão doce do famoso cubo fica resolvida (e a gula tratada).

Se quiserem fazer um bolo igual, a Vicky publicou a receita e instruções para que o interior se assemelhe a um Cubo de Rubik.

via Neatorama

Standard
música

M83: single de estreia do novo álbum já disponível

Como uma espécie de inauguração do novo tema do blog, não posso deixar de fazer menção ao novo single do próximo trabalho do projecto musical M83, do francês Anthony Gonzales. O álbum, “Hurry Up, We’re Dreaming”, só deve estar disponível lá para Outubro (possivelmente antes nas redes P2P), mas o single de estreia, “Midnight City”, pode ser descarregada aqui ou ouvida no final deste texto.

Midnight City by M83

Standard